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Cooperado Primato vence prêmio Quem é Quem em Suínos
Com uma granja em Toledo, onde possui uma Unidade Produtora de Desmamados e um Crechário, Elton Alceu Endler tem obtido excelentes resultados produtivos.
Por Viver Toledo | Postado em: 16/05/2023 - 11:23

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Pelo segundo ano consecutivo, o cooperado da Primato Cooperativa Agroindustrial, Elton Alceu Endler, venceu na categoria Melhor Cooperado – Suínos do Prêmio Quem é Quem, que se consolidou como um dos principais prêmios do cooperativismo agro, no segmento de aves e suínos.

O prêmio é reconhecido não só o desempenho econômico, mas por também avaliar variáveis como cuidados com o meio ambiente e de responsabilidade social, além de reconhecer os melhores produtores e iniciativas ligadas às áreas de inovação e varejo, entre outras.

Com uma granja em Toledo, onde possui uma Unidade Produtora de Desmamados e um Crechário, Elton Alceu Endler tem obtido excelentes resultados produtivos. Neste ano, conquistou a primeira colocação na categoria Melhor Cooperado – Suinocultura do Prêmio Quem é Quem. Na análise elaborado pela Esalq-USP, o produtor – há 15 anos associado à Primato Cooperativa Agroindustrial – possui visão empreendedora dentro do cooperativismo, visando a produção de alimentos e saúde às pessoas.

Conquistar o prêmio e erguer o troféu Quem é Quem tem sido encarado como a conquista de um verdadeiro “Oscar”. Cooperativas como a Lar, C.Vale, Frimesa, Aurora, Coopavel, Languiru, Copagril, Frisia e Primato já sentiram o gostinho desta conquista.

O Quem é Quem 2023 tem o patrocínio da De Heus e da Boehringer, além da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) como entidade patronal.

A premiação
O Prêmio foi idealizado pelas revistas Avicultura Industrial e Suinocultura Industrial, publicações da Gessulli Agromídia, editora que atua há mais de 110 anos no agronegócio brasileiro.

O objetivo do prêmio é valorizar o relevante papel desempenhado pelas cooperativas para o desenvolvimento do agronegócio do País, assim como para a melhoria social e preservação do meio ambiente, destacando ações e atores centrais nesse processo, como os cooperados e técnicos que compõem sua estrutura de produção.

O cooperativismo agropecuário brasileiro é um modelo admirado no mundo inteiro. Apoiando o desenvolvimento econômico e social, principalmente das pequenas propriedades rurais, o cooperativismo no campo possui grande relevância para a economia do País. É exatamente esse importante e grandioso papel que a Gessulli Agribusiness quer ressaltar e valorizar com a realização do Prêmio Quem é Quem.

Critérios
Foram avaliados diversos critérios na propriedade de Elton Endler, como a certificação, sistema de gestão, ou seja, o que é realizado para lidar com a parte financeira. “Nós temos tudo organizado e planilhado”, comenta o cooperado da Primato.

O terceiro ponto é a gestão de pessoas, assim como a gestão de recurso ambiental, os aspectos técnicos da produção, entre outros que foram rigorosamente avaliados. “Hoje temos uma forte preocupação com o bem-estar dos animais. Tudo é automatizado. A parte de bem-estar do animal, nós trabalhamos com matrizes em sela de gestação individual. Hoje, a questão do bem-estar não permite outro modelo. Adequamos uma instalação, onde as porcas estão soltas e elas possuem um espaço para andarem. Essa é a tendência para o futuro e nós conseguimos antecipar”, detalha Endler.

Na propriedade foi construída uma estrutura com biodigestor. Uma preocupação desde o começo da atividade. Ela cresceu de uma maneira e a parte de gestão ambiental ainda não era uma preocupação. Outro investimento foi em placa solar. A sobra de dejeto do biodigestor é bombeada para a produção de feno ou para secagem. Na parte ambiental, o ciclo se fecha na propriedade. Resíduos químicos e biológicos, papel, plástico são separados e possuem uma destinação para a Primato. “Trata-se da logística reversa. Outros materiais recicláveis, a equipe separa e uma pessoa realiza a recolha. Além disso, as áreas de preservação e reserva foram mantidas”, acrescenta.

Desafio
Nas propriedades rurais um dos maiores desafios é a sucessão, ou seja, que os filhos sejam mantidos na propriedade e eles – gradativamente – assumam a gestão. “Eu tive muitas oportunidades. Eu fui bancário, professor, trabalhei em indústria e retornei para a propriedade. Observei que tinha oportunidade, mas faltava gestão. O meu sogro era muito trabalhador e ele conseguiu crescer bem na atividade. Quando comecei a acompanhar a matriz. Tem muita oportunidade e se com esse tipo de gestão é possível viver, então com essa atividade é possível ganhar dinheiro”, aposta o cooperado.

E é assim, ao lado da esposa e dos filhos que Elton Alceu Endler vai construindo uma história de sucesso, de preservação ambiental, mas acima de tudo, de muito amor pelo agronegócio.

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