Com raízes fortalecidas junto a agricultura familiar, a Primato cresceu assim como seus cooperados e ao longo dos anos foi se transformando de acordo com a necessidade do produtor rural.
O grupo de supostos indígenas, que desde o último domingo (7) ocupa a Fazenda Brilhante, em Terra Roxa, no Oeste do Paraná, segue irredutível na decisão de permanecer na área.
A Amaranthus palmeri está presente no Brasil desde 2015, mas sem ocorrência registrada no Paraná. Sua incidência impacta em qualquer cultura, mas os maiores prejuízos estariam nas lavouras de grãos.
Antes mesmo de realizar a entrega do selo que premiou a Primato, uma pesquisa foi realizada pelo Sesi em parceria com a empresa GPTW (Great Place to Work).