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Saúde orienta os rondonenses a redobrar os cuidados no combate à dengue
Novo boletim, divulgado na terça-feira (25), aponta 16 casos confirmados e outros 25 em investigação
Por | Postado em: 26/10/2022 - 13:22

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A Secretaria de Saúde de Marechal Cândido Rondon, por meio do setor de Endemias, orienta os rondonenses a redobrar os cuidados para evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti, agente transmissor da dengue. Isso ocorre porque no boletim epidemiológico da SESA (Secretaria de Estado da Saúde), divulgado na terça-feira (25), Marechal Rondon aparece com 16 casos positivos e outros 25 em investigação.

Solange Rohr, responsável pela equipe de endemias em nível municipal, expõe que os dados são preocupantes, uma vez que os dias de sol após intensa chuva se mostram propícios para o aumento dos números. “Temos encontrado muitos focos, cujos principais criadouros estão nos vasos de flores com pratos, bebedouros de animais, fontes de ornamentação, materiais depositados de maneira errada nas construções novas e em reformas, pneus, calhas, lajes, toldos e lonas”, cita.

Conforme ela, há inúmeros focos localizados nas piscinas em construção e até mesmo nas prontas, em virtude de não serem tratadas de maneira correta. “Somam-se cisternas, baldes, caixas d’água, outros recipientes usados para coletar água da chuva, demais lixos e inservíveis acumulados, como plástico e potes, garrafas, latas e sucatas depositados de maneira errada nos quintais”, detalha Solange.

O pedido do setor é de que a população redobre os cuidados nas suas residências, bem como nos comércios e nas indústrias. “Também sugerimos que os proprietários de lotes façam a limpeza dos mesmos, pois com o grande volume de chuva muitos plásticos foram levados pelo vento, podendo servir de criadouros”, alerta. 

Vistorias

A equipe de Endemias está trabalhando até às 18h30 nestes dias, na tentativa de ampliar a quantidade de vistorias e com isso eliminar o maior número possível de criadouros. “Ao encontrar um foco, é efetuada a notificação com validade de um ano. Em caso de reincidência, a equipe lavra multa”, pontua a responsável.

Outro risco apontado é de que os ovos depositados permanecem vivos por até 480 dias. “As larvas se desenvolvem no período de 5 a 7 dias tão logo os recipientes onde estão os ovos fiquem cheios de água. Por isso, nosso alerta é de que toda a população amplie os cuidados e entre na guerra contra a dengue”, finaliza Solange.

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